sal

de Salma Deera

“na frente de minha mãe e irmãs,
eu finjo que o amor é barato, vulgar.
ajo como se ele fosse um pecado-
finjo que o amor é apenas para mulheres em um caminho sombrio.
no entanto, à noite, sonho com um amor tão pesado
que faz minha espinha pulsar.-
invento, em sonho, um amante que faz amor como quem separa o sal da água.”

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