port of call

válvulas solenoides
controlam o mundo.

respiramos
os vapores
dos canos de escape
e os odores
de um dia de trabalho.

todos os dias
em metrô-rios
e super-vias:
aço.

o mundo é rude,
acotovelado,
em um elevador lotado.

e um prédio espelhado
foi ao chão na treze de maio.
não houve outro conforto
além de poesia barata
de facebook status.

não houve
atualização da humanidade.

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