I used to write

“you are not allowed to be this person you are now. I created this person, this lovable, sweet person. you are allowed only to be who you were before: the socially awkward, can’t-handle-a-beer-or-looking-someone-in-the-eye person you used to be.”

***

e eu não sei quem me criou. quem me criou não foi ninguém, nem pai nem mãe, nem eu. talvez tenha sido o mundo e seu método de educação sentimental de cimento e vergalhão, suas porradas grossas e os tropeços das pernas. talvez tenha me ensinado a ser eu o suor que escorre nas costas, árduo, de quem andou o dia todo, ou a solidão do “não cumprimentarás o próximo” – essa vida de não olhar ninguém nos olhos.

quem me formou essa pessoa horrível… eu não sei. talvez tenha sido a preguiça da democracia ou a negligência da civilidade. a procrastinação da humanidade. talvez tenha sido o abandono do convívio que tenha me criado assim – tão perto, mas tão longe, prendendo pra depois soltar.

não fale com seu vizinho. nem com seu namorado. pode ser perigoso (deixar-se chegar).

***

“diving in too fast, too deep, head first. through hell and high tide. snatch them, hug them. make them run, then. love them just to hurt them. I am who I am: I am this small. really. this tiny, annoying thing. come closer, but not too close. hold me, but not so tight. ignore me. save me.

please, go away.”

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