meus sonhos falaram comigo, impediram-me de dormir

“… no fim das contas, a questão não era eu, ou você, ou estarmos certos ou errados. não me importava mais a atribuição da culpa. o que me importava é que eu achava que devíamos estar juntos e estávamos separados.

depois, percebi que não podia pensar que o mundo era injusto ou que eu estava só e perdida. sabia apenas que havia sido uma péssima idéia voltar aqui e tentar reconstruir as pontes, pois tudo havia ocorrido por um motivo.

ainda que doesse (muito) tocar nesta ferida, ou queimar os campos verdejantes das memórias, me forcei a parar e perceber… que aquele momento não fora a marcação do ponto em que nosso amor acabava, do ponto em que você me deixava – havia sido o ponto onde você, simplesmente, voltava a ser feliz.

você estava certo. eu havia entendido tudo ao contrário. dava a mim mesma um quinhão de dor que era teu. agora tenho clareza pra ver que não deve ter sido fácil para você também… deve ter lhe doído (ainda que só um pouco) mas você teve a coragem de perceber que a questão, em seu cerne, era pouco complexa:

seu futuro simplesmente não pertencia a mim.”

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One Response to “meus sonhos falaram comigo, impediram-me de dormir”

  1. t_mota Says:

    choray.

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