nada mais nada menos

não posso negar que muito me agrada, hoje em dia, conversar com essas almas do meu passado, penadas, perdidas, que voltam a cruzar os meus caminhos por circunstâncias improváveis do destino ou meios banais de networking.

porém, desta vez, não me agrada falar com eles por saudosismo, apego doentio ao tempo que se foi: regojizo nessas novas conversas porque, no fim das contas, essas pessoas continuam sendo igualmente agradáveis, ué.

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