para voltar para casa

Estou a andar pelas pedras,
na beira d’água, n’angústia da espera,
há dias a fio, sem repousar.

Meu rosto cortado pelas duras penhas.
Vivendo vou, hoje, nessa mera
esperança de poder aí chegar.

Se necessário for, irei pelas costas
dos continentes, de maneira
que possa, enfim, te encontrar.

Te buscarei no exílio, mesmo morta!
Minha vontade à beirar a cegueira…
Vou. Nem que, por fim, acabe por virar
[ espuma do mar.

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