R.

grande menina. se diz durona, mas é deliberadamente emocional. na hora difícil, oferece um ombro amigo sem pestanejar mas, no final, acaba chorando mais que o consolado. muito sentimental.

tem um grande coração, sempre aberto. já fiz desse coração muitas vezes minha própria casa. ela esteve lá por mim, num abraço de afeto, numa palavra de ânimo quando me foi necessário. sempre foi um grande abrigo. espero poder ser, no mínimo, metade tão boa e prestativa quanto ela me é.

até nos meus dias mais introspectivos e nebulosos, ela veio ao meu encontro, bateu na minha porta e trouxe amizade.

todos esses nossos anos na estrada, todos os lugares que passamos, nenhuma briga, nenhuma tristeza, nenhuma curva virada errada. cada espelunca mais escabrosa, cada enrascada! não importou, você nunca abandonou o meu lado…

é todo esse seu patrimônio, seu presente e passado. seu futuro te espera, tão brilhante e completo. espero não te ver presa mais nas tristezas, nas pequenas armadilhas que nossa própria mente nos prepara. essa melancolia não merece nem um só minuto do teu tempo.

R., espero estar ao teu lado (talvez até um pouco egoistamente) me aquecendo nesse teu calor vibrante e na tua conversa eloquente que é capaz de transformar qualquer casa alugada em um lar.

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